Estudo de caso: Como uma grande mineradora reduziu o risco de fadiga em 98% e aumentou a produção em 5%

Desafio do cliente: Incidentes frequentes em um ambiente de alto risco

Uma grande mineradora na América do Sul enfrentava desafios persistentes de segurança associados à fadiga nas operações de transporte.
Operando 24 horas por dia, com uma estrutura de turnos contínuos, o site registrava cerca de 60 incidentes por ano relacionados a caminhões de transporte. Muitos desses incidentes envolviam equipamentos pesados e com alto potencial de lesão grave ou fatalidade.
Com o tempo, a fadiga foi identificada como um dos principais fatores que contribuíam para a redução do desempenho durante períodos operacionais críticos.
O desafio não era apenas reconhecer a fadiga como um risco, mas encontrar uma forma de detectá-la com antecedência suficiente para evitar que o risco se elevasse.

Solução da Optalert: Prevendo a fadiga antes que se torne crítica

Para enfrentar esse risco, a equipe de operações implementou o sistema preditivo de detecção de fadiga da Optalert em toda a sua frota de equipamentos de transporte off-road, composta por mais de 200 caminhões.

Ao invés de tratar a fadiga como um problema de segurança reativo, o site adotou a Optalert como parte de uma estratégia de longo prazo de gestão de fadiga. O programa combinou monitoramento de fadiga em tempo real com procedimentos operacionais claros e supervisão da sala de controle, permitindo aos supervisores identificar riscos elevados de fadiga e intervir precocemente.

Com o Eagle Suite da Optalert, a fadiga deixou de ser avaliada de forma subjetiva ou apenas após o ocorrido. Tornou-se mensurável, visível e operacionalmente gerenciável.

Os resultados: quase eliminação do risco de Fadiga

Após a implementação, a operação registrou melhorias claras e sustentáveis nos indicadores de segurança e produtividade.

redução da

redução da

aumento de

na exposição ao risco de fadiga

no total de incidentes reportados

na produção (toneladas por hora)

Esses resultados demonstraram uma relação direta entre a gestão proativa da fadiga, a melhoria do desempenho em segurança e a eficiência operacional em toda a frota de caminhões.

Por que os sistemas anteriores foram insuficientes e como a Optalert os superou

Antes de selecionar a Optalert, a operação avaliou sistemas de monitoramento de fadiga baseados em câmeras.

No entanto, esses sistemas apenas emitem alertas durante eventos de fechamento prolongado das pálpebras (LEC), quando o risco de fadiga já se encontra em nível crítico por quase uma hora. Nesse ponto, o operador tem sorte de não ter se envolvido em um incidente.

Para agravar a situação, devido ao caráter remoto do site e às limitações de comunicação, esses alertas de fadiga eram frequentemente percebidos com atrasos ainda maiores. Em alguns casos, os alertas chegavam à sala de controle horas ou até dias após a ocorrência do evento de fadiga.

Esse atraso limitava severamente a capacidade de intervenção em tempo real. Também reduzia a confiança dos operadores na tecnologia e deixava os supervisores sem indicadores confiáveis de alerta precoce. A Optalert foi escolhida como solução porque detecta a fadiga em estágio inicial e transmite dados acionáveis em tempo real, permitindo a intervenção a fim de prevenir a ocorrência de incidente.

Benefício-principal: melhoria a longo prazo da frota por meio de resultados mensuráveis e insights de dados

O risco de fadiga foi avaliado com base na frequência de alertas de fadiga gerados por hora de operação. Uma análise ao longo de vários anos demonstrou uma redução de 98% na frequência de alertas à medida que o programa de gestão da fadiga se consolidou.

Os níveis de fadiga foram medidos objetivamente por meio da Johns Drowsiness Scale (JDS™), uma escala validada que varia de 0 (totalmente alerta) a 10 (extremamente sonolento). Ao longo do tempo, uma proporção crescente das pontuações de fadiga permaneceu abaixo de 4,5 JDS, indicando níveis de alerta de baixo risco.

Enquanto isso, as pontuações médias de fadiga diminuíram ano após ano, indicando não apenas controles eficazes, mas também mudanças comportamentais e operacionais duradouras em toda a força de trabalho.

Antes e depois: de resposta reativa a controle proativo de riscos

Com dados preditivos de fadiga disponíveis em tempo real, supervisores e equipes da sala de controle puderam incorporar o risco de fadiga nas decisões operacionais diárias.

Isso possibilitou intervenções precoces, mais direcionadas durante períodos operacionais críticos e reduziu a exposição a estados de fadiga de alto risco antes que o desempenho fosse comprometido.

Com base no uso consistente de dados objetivos e acionáveis de fadiga, foi possível superar a lógica reativa pós-incidente e avançar para uma ação mais proativa de prevenção de riscos. Como resultado, a cultura de segurança foi fortalecida, houve melhora no bem-estar da força de trabalho e aumento na confiança nos processos de gestão da fadiga em todo o site.

Principal conclusão: a fadiga tornou-se previsível, mensurável e controlável

Ao implementar o sistema preditivo de monitoramento de fadiga da Optalert, a operação transformou a gestão da fadiga de uma preocupação reativa de segurança em um risco operacional controlado.
Frequentemente descrita como a diferença entre um alarme de incêndio reativo e um detector de fumaça preventivo, a tecnologia preventiva da Optalert permitiu que o site interviesse antes que a fadiga resultasse em erros, incidentes ou perda de produtividade.
O resultado foi uma operação mais segura e mais estável e com ganhos mensuráveis tanto no desempenho em segurança quanto na eficiência da produção.

Veja como o monitoramento preditivo de fadiga pode reduzir riscos no seu site

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